Nova história de bode (e inundação), agora por Jorge Iamamoto.

22/02/2011 às 15:46 | Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário
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Antigamente, era muito comum a ocorrência de inundação (hoje não é?) nas ruas e residências da Rua do Porto, em Piracicaba, SP.

Certa noite, diante de inúmeras garrafas vazias de cerveja, vários moradores da região se preparavam para voltar às suas casas, com a madrugada chegando.

Ao saírem do bar, notaram  que se formavam nuvens carregadas de chuva  e começaram os comentários de sempre, as inundações iminentes, os trabalhos de erguer aparelhos domésticos para que as águas não os estragassem, as choradeiras das crianças com medo das águas, o desconforto de mais uma madrugada acordado, esperando as águas baixarem para limpara a casa.

O Lucindo era um solteirão e morava bem próximo ao rio Piracicaba, onde as inundações eram frequentes e um deles perguntou:

__ Ô Lucindo, como você faz quando as águas adentram o seu barraco?

__ Continuo dormindo porque eu tomo minhas providencias antes: amarro o bode na mesinha que tenho lá e quando as águas começam a entrar na casa ele começa a berrar, ai eu acordo e vejo como está a situação.

Na madrugada aconteceu um chuvaréu para ninguém botar defeito e a Rua do Porto era um segundo rio, com a maioria das casas inundadas.

À noite, como sempre, os amigos do Lucindo reuniram-se no boteco e viram que o amigo estava estranho, ele que sempre estava com certa roupa, trajava uma diferente e que  todos notaram.

Depois de algumas cervejas e biritas, perguntaram para ele: Continue Reading Nova história de bode (e inundação), agora por Jorge Iamamoto….

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O “Grupo Tarefa” e um certo peixe (e servidor) chamado Mandi

10/05/2010 às 23:51 | Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário
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João Aberto Perez Theotônio, nosso servidor apelidado com nome de um peixe: “Mandi”, não condiz com aquilo que retiramos de alguns sites sobre pescaria, que informa:  “Esse peixe é  onívoro, alimenta-se de peixes, invertebrados, frutos/sementes e detritos. Vive nos remansos das margens dos rios. Na Amazônia, é um peixe muito comum na beira dos rios. Como é facilmente capturado com anzol, é importante para a pesca de subsistência. Mesmo sendo um peixe pequeno, por causa da sua abundância, é muito encontrado em mercados e feiras. Esse peixe deve ser manuseado com cuidado, porque os espinhos das nadadeiras dorsal e peitorais podem causar  ferimentos dolorosos.

O nosso “Mandi” é uma daquelas pessoas gostosas de conversar.  Tranqüilo, conversa pausada, com jeitão confiável, muito religioso, gosta de ajudar o próximo, tem uma risada forte e engraçada, difícil de não parar para prestar atenção, enfim alguns traços típicos de morador do interior.  Conhecido pelo apelido de “Mandi” foi admitido no DAEE em 02/08/1973, para atuar como auxiliar agropecuário, na unidade de Registro – Vale do Ribeira. Seu trabalho consistia no levantamento da linha fisiométrica e medição de nível da água nos canais e rios da região, para implantação posterior dos canais de irrigação.

Este trabalho de hidrologia foi muito importante para a região do Vale do Ribeira. A cidade com moradores na sua maioria orientais, naquela época produzia e incentivava as plantações de chá, banana e arroz. A população dependia destes canais abertos pelo DAEE,  para poder irrigar suas plantações e conseqüentemente  comercializá-las no Estado. O trabalho realizado pelo DAEE auxiliou a produção rural da região, que cresceu e se desenvolveu em virtude destas atividades.  

Segundo Mandi, seu chefe na época o Engº. Luis K. Shibata (já falecido) era um excelente gestor de pessoas, pois quando necessário chamar a atenção de algum funcionário, o chamava para um bate papo, em particular, sempre longe dos demais colegas e ao final este servidor saia até agradecendo suas orientações, de tão boas que eram. 

Mandi lembra com muito orgulho do trabalho realizado pelo DAEE, do qual ele fazia parte: o “Grupo Tarefa”. Tudo começou com um levantamento feito por um grupo formado por diversas equipes multidisciplinares composta por técnicos do DAEE, do extinto DOP e da Secretaria do Planejamento, que saíram a campo e levantaram os problemas e necessidades dos municípios do Estado para posterior atendimento. Depois de levantadas as necessidades e os pedidos das prefeituras, ao DAEE couberam os desassoreamentos e a limpeza dos rios, as canalizações, execução de galerias, etc., e tudo o mais que estivesse dentro de sua atribuição e competência, sempre de acordo com as necessidades levantadas e solicitação do município. Eram equipes de execução compostas basicamente por um motorista, operadores e os técnicos necessários, coordenados por um engenheiro, e que utilizavam aqueles caminhões antigos e máquinas, de cor amarela, característica típica desta atividade realizada com muita competência e eficácia pelo DAEE na época.

Segundo Mandi bons “tempos aqueles”, onde o trabalho era pesado, mas a equipe integrada e eficiente, e o resultado muito importante para o município, um trabalho bom e gratificante de fazer. Na realidade aquele foi um trabalho precursor daquilo que o DAEE faz até hoje atuando nos municípios, cedendo servidores e máquinas para obras e tarefas ligadas a recursos hídricos.  

Mandi é formado em Ciências Biológicas, foi professor por mais de 20 anos na rede pública, conciliando o trabalho do DAEE e o magistério no período da noite. Atuando no DAEE há mais de 37 anos, de 1976 até hoje  está na Unidade de Novo Horizonte. Atua na área administrativa auxiliando o Diretor da unidade. Tem uma pequena propriedade rural, onde planta: pupunha (palmito), seringueira (látex) e tem ainda umas poucas cabeças de gado. Atuou com profissional agrícola desde o inicio de sua caminhada profissional e continua nela até hoje.

Segundo alguns amigos mais próximos que conhecem bem nosso amigo Mandi, este sempre foi muito trabalhador, porém na época que foi admitido um “pouco ingênuo”. Teve um caso engraçado, relembrado por outro Continue Reading O “Grupo Tarefa” e um certo peixe (e servidor) chamado Mandi…

Servidores Gozadores e “Isentos”, por: Jorge Iamamoto

04/02/2010 às 19:30 | Publicado em Sem categoria | 1 Comentário
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Nas organizações em geral, há sempre aquele grupo de pessoas gozadoras e que estão sempre de bom humor, aprontando e as vezes fazendo uma “pegadinha” com os colegas de trabalho.  Estas situações quando a qualidade do humor é saudável, são imprescindíveis para tornar o clima organizacional mais agradável, já que o humor é importante para manter o ambiente alegre, descontraído, tirar o estresse, etc.

Bom falando em gozadores, nosso amigo Jorge Iamamoto nos enviou mais uma colaboração, com a história abaixo.

Mariano e Waldomiro eram dois técnicos agrícolas, contratados pelo DAEE para o cadastramento de propriedades rurais para a formação ou expansão de cooperativas de eletrificação rural, trabalhando na antiga Diretoria de Eletrificação e Telefonia Rurais – DR.

Extremamente hábeis em conduzir reuniões com proprietários rurais, faziam locações das mesmas e vejam que na época nem se sonhava com um GPS, eram também, exímios gozadores.

Um dia, fazendo cadastro na região de Paraguaçu Paulista, estavam retornando a Torrinha, onde moravam, na Variant 74, quando foram parados por um policial rodoviário, que solicitou os documentos do veiculo e do motorista. O policial perguntou:

– Senhor Mariano, o senhor está com muita pressa?

Vendo que o policial era bem novo e com o espírito brincalhão, Mariano falou: Continue Reading Servidores Gozadores e “Isentos”, por: Jorge Iamamoto…

As assistentes (e insistentes) sociais e os atendimentos junto aos servidores do DAEE – Parte 1: O Velório e o Porco

08/12/2009 às 18:36 | Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário
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Como se sabe este blog tem por objetivo resgatar as histórias de vida das pessoas nos seus ambientes de trabalho e suas lembranças: a memória coletiva. Isto reforça o sentido de pertencimento a um determinado grupo, além de fortalecer os laços afetivos de seus membros. Afinal é no trabalho que passamos o maior número de horas das nossas vidas e construímos relacionamentos, amizades, laços, formamos grupos, etc. O dia a dia, o cotidiano, o corriqueiro, isto também é lembrança/memória, mesmo que nem todos estejam atentos a isto. A memória técnica também faz parte de nossas lembranças e será alvo de outras matérias neste blog.
Por isto vou recordar algumas histórias da área de serviço social do DAEE, pois sou originária desta área, como estagiária a partir de 1984, permanecendo até os dias atuais.  
A implantação do Serviço Social no DAEE ocorreu em 1973. Desta área e do seu trabalho originaram-se várias histórias para se contar a respeito dos atendimentos efetuados junto aos servidores, umas engraçados, outras interessantes, outras tristes, enfim muitos “causos”.
No Brasil, assim como na Europa, a trajetória desta área é a mesma da profissão, ou seja, criada no seio da igreja católica para dar assistência aos mais pobres/excluídos. Aqui também o papel das assistentes sociais sempre foi ligada a prestar assistência, acompanhar, orientar, desenvolver projetos (e políticas) voltados ao atendimentos individual, familiar ou em grupo: serviço social de grupo ou comunidade.
Em empresas como é o caso do DAEE, o objetivo é:  prestar atendimento bio- psico- social aos servidores e dependentes.  Neste caso o cliente  é o trabalhador, o que dá outra conotação a atuação, mas não deixa de ser uma área eminentemente ligada na sua origem, a “corrigir” ou “minimizar” “conflitos ou desajustes”.  Palavras fortes e ações inviáveis de serem executadas isoladamente, sem o apoio e respaldo de outras políticas da empresa e do poder público em geral. Continue Reading As assistentes (e insistentes) sociais e os atendimentos junto aos servidores do DAEE – Parte 1: O Velório e o Porco…

Hidrometrista “por acaso”, por Luiz Carlos Miya

07/12/2009 às 15:50 | Publicado em Sem categoria | 2 Comentários
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Luiz Carlos Miya
Esta é outra história enviada pelo Eng. Luis Carlos Miya – Diretor das Barragens na Bacia do Alto Tietê.
Estávamos em 1978 e era um dia de chuva, e como de praxe tínhamos que medir a vazão no rio Tamanduateí, na passarela que existia na MESBLA. Como era emergência e nesse dia não tinha hidrometrista na sede (Sr. Grappeggia), convoquei o auxiliar do almoxarifado Sr. Nivaldo como ajudante.
Durante a medição um senhor ficou olhando o que estávamos fazendo, depois de uns 10 minutos, perguntou ao Nivaldo “O QUÊ ESTÁ FAZENDO” e o Nivaldo respondeu “TRABALHO AQUI HÁ 10 ANOS E NÃO SEI O QUE ESTOU FAZENDO, COMO O SENHOR QUE CHEGOU AGORA JÁ QUER SABER”.
Depois desse fato dei (aulas) instruções mensais a todos os funcionários da seção de hidrometria, para conhecimento da importância dos serviços de hidrometria. Conforme programação do Diretor Reynaldo de Paula Junior (já falecido).
Atualmente não trabalho na hidrometria, mas devido a este fato, continuamos a dar instruções para meus funcionários sobre os serviços a serem prestados pelos mesmos.

Parque das Nascentes (Salesópolis) e o ecologista de plantão

19/10/2009 às 18:54 | Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário
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sapo
Esta história foi nos enviada pelo Sr. Luiz Carlos Miya – Engenheiro e Diretor das Barragens da Bacia do Alto Tietê.
Aconteceu no Parque Nascentes do Tietê, um dia os funcionários e bolsistas da Frente de Trabalho ao chegarem no Parque viram três sapos (sapões) no vão do degrau de madeira do depósito/marcenaria. Isto é muito comum naquela região de muita mata, lagoas, rios, etc. Isto provocou muito escândalo entre as bolsistas. Foi uma medo geral. O diretor Sr. Gastão Gonçalves viu tudo e não disse nada e foi trabalhar.
O funcionário João dos Passos, que também atua no parque, vendo a preocupação das bolsistas, tocou os sapos para o mato, acabando com o medo (e escãndalo)das bolsistas.
A tarde o Sr. Gastão foi ao depósito e não viu os sapos, e perguntou “Cadê os sapos”, e responderam que “O senhor João empurrou para o mato”, o Sr. Gastão furioso chamou o João e disse “Os sapos estavam bem acomodados e num lugar que escolheram, vá buscar os sapos de volta para o degrau, que é o seu lugar”.
Concluindo: “ISTO É QUE É ECOLOGISTA”.
Parabéns a competência e fidelidade aos princípios do seu trabalho ao nosso amigo: Gastão Gonçalves.

Caçadores de Capivara – esta não é uma história pra boi (ou capivara) dormir

14/10/2009 às 1:06 | Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário
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Jeferson Dentini

Caçador de Capivara - Final da década de 60Ser pioneiro numa região, tem suas vantagens, afinal aqueles que ajudaram a construir uma barragem numa região até então em desenvolvimento, no final da decada de 60, onde fica a barragem de Ponte Nova, é um privilegio, com algumas vantagens e muitas lembranças.
Segundo Jefferson Dentini, lotado na Bacia do Alto Tietê, filho de servidor da Barragem Sr. Gridio Dentini, falecido em 2007, morador da barragem quando criança, cresceu acompanhando e vendo a barragem se tornar este espetáculo que é hoje.
Jeferson, menino, lembra que a região onde a barragem está é rodeada de mata pouco explorada na época e com a possibilidade de realizar pesca e caça, pois era uma região virgem e com muitos recursos a serem explorados. Atualmente a região tem leis contra caça e pesca predatórias, mas na época não.
Lembra com risos de um engenheiro, que prefere não mencionar, que aproveitava os finais de semana para caçar, ia a caráter com roupa apropriada, bota, muita arma, espingarda, apetrechos, parecia um verdadeiro “rambo”, pronto para atacar as presas. Só que, era ruuim de tiro, não acertava nada. Muita roupa e fardamento pra resultado nenhum.
Seu pai aproveitando isto, resolveu fazer uma brincadeira, matou uma capivara, arrumou a bichinha como se estivesse empalhada com umas madeiras, colocou ela de pezinho como se estivesse armada pra correr e preparou o amigo pra irem caçar juntos no final de semana.
Preparou o local, chamou o amigo, foi junto, dizendo que o local era cheio de capivaras, alvos facéis, já que a região era infestada de taaaanta capivara. Isto animou ainda mais este caçador nato.
Lá chegando, o caçador quando viu o animal em pé, só olhando pra ele, se preparou todo, ficou animado e “fogo” disparou…. Não é que mesmo assim errou o alvo. A bala bateu numa galho da arvore, que caiu e  bateu no bicho (quase que empalhado – mortinho da silva) que caiu ao pés do caçador, satisfeito pelo resultado da caçada.
Olhou com cara de vencedor, pegando o bicho e vendo que ele não estava quente como deveria ser. Olho em volta e percebeu pelo riso de todos, que tinha sido alvo de uma “pegadinha” dos amigos.
De caçador virou caça dos amigos (ou da capivara sei lá).
A história deste caçador ficou mesmo sendo motivo de risadas e chacotas por um longo tempo, mas quem liga pra isto.

Birigui – Uma história de preocupação com o futuro de seus servidores e os “micos” destes fatos sérios

12/10/2009 às 15:01 | Publicado em Sem categoria | 1 Comentário
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Sabe aquelas histórias que se ouvem ao final das festas da Autarquia, está é uma delas. Antonio Carlos Vieira – Carlinhos de Birigui, apelidado de “Sarrafo” pros mais chegados, atua na BBT – Bacia do Baixo Tietê, desde 1978, atuou também em Mogi das Cruzes, retornando a Birigui em 1988. Começou como escriturário  chegando a Engenheiro, atualmente assistente do Diretor da BBT.

Segundo Carlinhos, havia nos anos 80, um servidor administrativo que estando muito próximo a aposentadoria, que começava a apresentar sinais de “caduquice”, como se falava antigamente, hoje conhecido como sinais de demência senil, ou azheimer, quem sabe, pois não havia diagnóstico na época. Tinha lapsos graves de memória, nem sempre tinha uma conversa com sentido, esquecia de muitas coisas, mas mesmo assim era um “pé de boi” pra trabalhar. Atuava no estoque do almoxarifado e às vezes no tempo livre ajudava na limpeza do pátio.

Portanto para que não tivesse que ser aposentado precocemente e perder financeiramente, o Diretor resolveu colocá-lo num serviço interno, sem grandes preocupações e que pudesse continuar a ser útil. Ficou portanto varrendo o pátio interno, onde ficava também o estacionamento dos carros dos funcionários. O pátio não era asfaltado, e com muitas arvores.

Na mesma época um outro servidor apaixonado por carros, especialmente “o seu”, zelava e cuidava do seu como uma relíquia, escolhia o melhor local pra estacionar, que não fosse com muito declive, na sombra, sem muita areia para não sujar os pés quando entrasse no carro, etc, etc. Chegava a ser chato de tanto cuidado.
Certo dia passando pelo local, Carlinhos viu o servidor que varria o pátio, olhando o carro deste servidor, a arvoré, o chão. Olhava o chão, o carro, o carro o chão, as folhas caídas sobre o capô, e assim vai. Carlinhos estremeceu (já antevendo o final disto) quando o viu pegar o ancinho (aquela ferramenta de jardim, de puxar folhas do chão – cheia de pontas) e começar a puxar as folhas sobre o capô do carro, era só um rinch, rinch, rinch ou seja o barulho da ferramenta riscando todo o capô do carro, e ele com olhar se satisfeito pelo dever cumprido. Carlinhos correu para pará-lo, já pensando nas consequencias que isto causaria. Não deu outra, na hora todos se dirigiram ao local, inclusive o dono do carro todo riscado, primeiro em estado de choque, depois pulando e se descabelando todo ao ver aquilo, faltou pouco pra infartar.E o servidor só olhando com aquele olhar ingênuo, não entendendo o porque disto tudo, afinal estava tudo limpo, sem folhas.

Foi um forrobodó total, resolvido internamente acho que com uma vaquinha entre amigos, mas a história ficou, destas duas figuras e deste fato, que na hora foi um estresse total, mas que hoje sempre que lembrado, são muitas risadas.

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