Culinária, Amor e Dedicação pelo Trabalho – Uma receita (com mocotó)de José Geraldo, ou Neneca se preferirem.

03/06/2010 às 21:46 | Publicado em Sem categoria | 4 Comentários
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Equipe Protocoo Geral DAEE

José Geraldo (Neneca)

Fui convidado a ser um dos co-editores do Blog de Memória do DAEE. Este tem a finalidade de resgatar a memória coletiva da Autarquia, ou seja, a memória não técnica e também as histórias de vida/trabalho das pessoas que construíram e se dedicam cotidianamente as atividades e missão do DAEE.  

Antes fui orientado por uma das pessoas que entrevista os servidores para compor as matérias do blog, sobre o respeito que ela e os funcionários têm por este servidor que iríamos conversar. “Confesso que fiquei preocupado em não corresponder a expectativa”.  

No seu local de trabalho: o Protocolo Geral do DAEE fomos atendidos super bem, por um senhor sereno e tranqüilidade, fala mansa (depois percebemos e confirmamos “ser um jeitinho mineiro”) e, devido a isto, pedi que começasse pelo nome:  

– José Geraldo! Não sabe quem é?  

Seu José Geraldo, vulgo Neneca como é mais conhecido, disse que esse apelido começou com uma brincadeira de um colega e acabou pegando. Inclusive na lista de telefones do DAEE, existem dois nomes para localizá-lo: José Geraldo e Neneca, para que não pairem dúvidas e se ache o “cara” certo.    

Mineiro, nasceu em 1945 em 14 de maio no signo de touro como gosta de lembrar, mas foi registrado em 14 de junho. Na juventude trabalhou na Camargo Correia como vigia e, conseqüentemente, foi transferido para a cozinha onde aprendeu a administrar um refeitório. Chegava a servir até 2.800 refeições por dia. Lembra que o fato de virar cozinheiro aconteceu por acaso, quando na obra machucou o pé, então teve que auxiliar na cozinha onde faltavam profissionais. Nisto o cozinheiro já percebeu certa facilidade com os apetrechos da área, gostando do seu trabalho. Entrou por acaso e acabou ficando.     

Foi admitido no DAEE em 16 de julho de 1973 e, com a sua experiência, foi trabalhar no refeitório de Osasco. Ainda lembra-se do primeiro chefe: Paulo Emilio Tito Pereira. Desse guarda boas recordações, pois além de trazê-lo para Autarquia, sempre respeitou, apoiou e valorizou seu trabalho.  

Em Osasco, a unidade trabalhava com obras, desassoreamento de rios, máquinas e equipamentos. Trabalhou como cozinheiro até 1988, para atender os servidores lotados naquela unidade, quando foi convidado a administrar o refeitório da Av. Brigadeiro Luis Antonio. Convite “meio que forçado”, pois estava bem em Osasco e, o desafio em São Paulo, era muito maior. De 100 refeições diárias, passou a ter 1600. Este foi um trabalho pioneiro, pois o DAEE/Capital até então não dispunha de refeitório para atendimento aos seus servidores. A implantação do refeitório na Avenida Brigadeiro Luis Antonio, foi importante na época e fruto da parceria ADAEE/DAEE, pois beneficiou grande parte dos servidores lotados na Capital.  

Na época além do trabalho neste refeitório, passou a administrar também, o refeitório da Vila dos Remédios e os das Colônias de Férias da ADAEE, adquirindo e orientando sobre as compras, cardápio, estoque de alimentos. A carga de trabalho e responsabilidade eram grandes.  

Nessa altura da entrevista perguntei, com todo cuidado Continue Reading Culinária, Amor e Dedicação pelo Trabalho – Uma receita (com mocotó)de José Geraldo, ou Neneca se preferirem….

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