Uma advogada e Educadora Física atuando junto a gestão de documentos do DAEE: Ângela Maria de Souza

21/08/2015 às 18:32 | Publicado em Memoria Servidor | 1 Comentário
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AngelaAproveitamos este mês para entrevistar a servidora Ângela Maria de Souza Responsável pela CADA (Comissão de Avaliação de Documentos e Acesso), área que neste mês esta a todo vapor, realizando uma série de trabalhos que trarão benefícios e melhorias a Autarquia.

Nosso objetivo, conhecer a trajetória profissional desta profissional com mais de 35 anos de serviços e também um pouco sobre esta importante área do DAEE.

Resumidamente:  Ângela foi admitida na Autarquia em 28 de novembro de 1977,  saiu no Plano de Demissão Voluntária (PDV)  em  2005, trabalhou 10 anos como Assessora Jurídica na ADAEE (Associação dos Servidores do DAEE), sendo  recontratada no DAEE em 01 de março de 2012 para atuar na CADA.

Sua primeira atividade no DAEE foi trabalhar na Diretoria de Recursos Humano – RH atendendo os funcionários em seus direitos e benefícios e os direcionava para o setor devido, sua função segundo sua diretora da época (Laurinda) era ser uma espécie de Pivô (aqueles do time de futebol) na área, ou seja, deveria substituir qualquer outro servidor. Neste trabalho do qual muito se orgulha, tinha conhecimento sobre os serviços de todos os setores, recebia e orientava os servidores, ficava na recepção encaminhando documentos e cobria aquele que faltava, uma espécie de suplente, enfim uma profissional com funções e conhecimentos múltiplos. Permaneceu nesta função por 05 anos, sendo promovida a Encarregada de Setor Técnico. Posteriormente como se formou em Direito foi transferida para área jurídica do DAEE, a PJU, passando a ser Assistente Técnico II, onde ficou ate sair no PDV em 2005.

O PDV foi uma opção pessoal, visto querer trabalhar na área jurídica e querer saldar alguns compromissos na época.

Lembra-se com orgulho de todas as áreas por onde passou e as pessoas Continue Reading Uma advogada e Educadora Física atuando junto a gestão de documentos do DAEE: Ângela Maria de Souza…

Sistema Produtor Alto Tietê e as Barragens do DAEE

07/11/2012 às 14:04 | Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário
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OBJETIVOS 
Dentre os objetivos dos reservatórios do SPAT (Sistema Produtor Alto Tietê) destaca-se o atendimento à demanda de água para abastecimento público, industrial e dos produtores agrícolas do chamado “cinturão verde de Mogi das Cruzes”. Além disso, o monitoramento e a regularização das vazões dos rios no qual estão implantados propicia a atenuação dos efeitos das vazões de pico nos períodos chuvosos de maior magnitude.

O SPAT (Sistema Produtor Alto Tietê) disponibiliza cerca de 15,0 m³/s de água para a Região Metropolitana de São Paulo abastecendo uma população superior a 4,0 milhões de habitantes, particularmente no Subsistema Leste da SABESP, que responde pelos municípios de Suzano, Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconcelos, Poá, Itaquaquecetuba, Arujá, e bairros da região leste da Capital, além de uma parcela do município de Guarulhos.

RESERVATÓRIOS

O SPAT é composto de cinco reservatórios: Ponte Nova no rio Tietê, localizado na divisa dos municípios de Salesópolis e Biritiba Mirim; Jundiaí, no rio Jundiaí, em Mogi das Cruzes; Taiaçupeba, no rio Taiaçupeba, na divisa de Mogi das Cruzes e Suzano; Biritiba, no rio Biritiba, na divisa dos municípios de Biritiba Mirim e Mogi das Cruzes; e Paraitinga no rio Paraitinga, em Salesópolis.

ABASTECIMENTO PÚBLICO
A SABESP (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), por meio da sua unidade ETA-TAIAÇUPEBA (Estação de Tratamento de Água Taiaçupeba), capta 10,0 m3/s de água bruta no reservatório do rio Taiaçupeba, a fim de abastecer uma parte dos municípios da Região Metropolitana de São Paulo. Atualmente, a SABESP executa obras na ETA – Taiaçupeba com o objetivo de ampliar a sua capacidade de tratamento dos atuais 10,0 m³/s para cerca de 15,0 m3/s, ainda neste ano de 2011.

DESCRIÇÃO DO FLUXO DA ÁGUA SIMPLIFICADO
1. A partir da represa de Ponte Nova, por meio de manobra no seu descarregador de fundo, a água é liberada para o rio Tietê e/ou;

2. A partir da represa do Rio Paraitinga, é descarregada uma vazão controlada no rio Paraitinga, cuja foz fica no rio Tietê;

3. A partir de então, no rio Tietê, nas proximidades da foz do rio Biritiba, parte das águas são derivadas Continue Reading Sistema Produtor Alto Tietê e as Barragens do DAEE…

A Manutenção e Operação das Barragens do Alto Tietê, pelo Eng. Josemar Garcia dos Santos

07/11/2012 às 13:58 | Publicado em Sem categoria | 2 Comentários
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Em outubro, entrevistamos o Sr. Josemar Garcia dos Santos, que é formado em engenharia Civil pela Universidade de Mogi das Cruzes e atualmente é o Diretor da Divisão de Operação e Manutenção das Barragens do Alto Tietê.

As barragens que compõem o sistema Alto Tietê são: Ponte Nova, Taiaçupeba, Paraitinga, Biritiba Mirim, Jundiaí, Penha, além do Parque das Nascentes que está subordinado a sua Diretoria.

Nosso engenheiro e mineirinho Josemar, conhece o DAEE desde cedo, pois seu pai também foi servidor: Jovino Garcia dos Santos, motorista, admitido em 1968, morava na Vila Operaria de Biritiba Mirim.

Para aqueles que não conhecem as Vilas Operarias foram construídas pelo DAEE, no final da década de 60, para dar moradia aos servidores que ajudariam na construção das barragens, na época Ponte Nova e Taiaçupeba, estas vilas eram constituídas de familiares dos servidores do DAEE e das Empreiteiras, o Josemar, seus pais e irmãos, fizeram parte desta história. Foram à segunda família a se mudar para a vila de Biritiba: casa 17.

Lembra-se que sua mãe, um pouco mais velha que as demais moradoras, que eram na sua maioria, casadinhas de novo. Ensinou a varias delas, a fazer mamadeiras, cuidar e dar banho em crianças, cozinhar, etc. Sua mãe não tão mais velha assim era jovem também só que, já cuidava de 06 filhos.

Seu pai Jovino, logo seria convidado a se mudar para residir dentro da barragem de Ponte Nova, pois passaria a cuidar do setor agrícola: setor este responsável pelo plantio de frutas, verduras, legumes para abastecimento dos refeitórios da unidade e consumo próprio.

Na casa nova de 04 quartos, viveu com a família e tem boas recordações. A atividade do pai que consistia no plantio de frutas, hortas, lembra-se com carinho. Destaca que aqueles pés de caquis que têm até hoje em Ponte Nova foram plantados pelo pai, um autodidata que aprendia sobre a área sozinho.

Já adulto, participou de um concurso público e foi admitido no DAEE. Começou atuando no Estaleiro em Mogi das Cruzes como escriturário. Seu primeiro chefe foi Dr. Rubem La Laina Porto e depois nosso saudoso Segato. Continue Reading A Manutenção e Operação das Barragens do Alto Tietê, pelo Eng. Josemar Garcia dos Santos…

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