Auditor com muito orgulho e profissionalismo, por José Francisco Grecco

01/09/2015 às 18:18 | Publicado em ADAEE, Memoria Servidor | 1 Comentário
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GreccoJosé Francisco Grecco, é natural de Jacutinga, Minas Gerais, casado há 33 anos com Rosalina Camilo, tem dois filhos (Rodrigo e Jonathas) e uma neta (Giovanna), iniciou sua carreira no DAEE, em 6/2/1968, aos 16 anos de idade, como mensageiro, na DPH (Divisão de Planejamento de Hidrologia), com os Engenheiros Arnaldo Domingos de Chiara e Salomão Szulman.  Naquela época, o mercado de trabalho oferecia salário “de menor” (terminologia muito usada na época) e ia ingressar na Light (hoje Eletropaulo), porém como surgiu a oportunidade de ingressar no DAEE, com carteira assinada com salário “de maior”, e com empenho do Sr. Noray de Paula e Silva e do Dr. Chiara, e também por orientação de seu pai (Antônio Grecco) que já trabalhava no DAEE, optou pelo DAEE.

Até 1971, trabalhou na CPA (Comissão Permanente de Águas) e no CRH (Coordenadoria de Recursos Hídricos) como mensageiro e depois como contínuo-porteiro I e II, com os Eng.º Carlito Flávio Pimenta, Ayrton dos Santos Canjani, Goki Tsuzuki, Ana Maria Amat.

Grecco,  pode se considerar um pessoa de sorte, pois desde o  início de sua carreira começou muito bem, pois sua iniciação se deu com pessoas e equipes de excelentes profissionais, gabaritados, renomados, experientes que passaram pelo DAEE e que até hoje são lembrados pela sua contribuição a Autarquia.

Em 8/3/1971, foi atuar junto à superintendência, cujo Superintendente era o Eng.º Renato João Baptista Della Togna, passando a Escriturário I e II, após obter o certificado de curso de datilografia, em 1972 e 1974, respectivamente.  Ficou na Superintendência até 1975, com Carlito Flávio Pimenta e Waldomiro de Oliveira Bento, Wilma Cicarelli, Kato, Carlos e Djair.

Grecco,  se emociona ao se lembrar de quantos cafés serviu na ausência dos funcionários encarregados pelo serviço e ainda dos encontros (e bagunças) que os garotos faziam na espera do café Continue Reading Auditor com muito orgulho e profissionalismo, por José Francisco Grecco…

Pousada de Ponte Nova – Lazer, comida caseira, natureza, relax, por Debora A. Rodrigues.

30/01/2012 às 13:20 | Publicado em ADAEE | 9 Comentários
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Debora Aparecida Rodrigues, 34 anos, é casada, têm 03 filhos e atua na ADAEE – Associação dos Servidores do DAEE.

Não a confundam com aquela ex- sem terra, que agora está atuando na Band no seriado Mulheres Ricas. Nossa Debora é nascida em Salesópolis e  atua como Gerente da Pousada de Ponte Nova, desde 2002, essa “tem que suar a camisa no seu dia a dia”.  Ficou por um período afastada junto a Prefeitura de Salesópolis, (foi sub prefeita) de 2009 a 2011, mas felizmente retornou ao que gosta de fazer: gerenciar a Pousada de Ponte Nova, organizar eventos, festas, etc.,  e atender nossos sócios (da ADAEE).

Inicialmente começou seus trabalhos no DAEE junto a um programa da Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho – SERT,  denominado Frente de Trabalho. Atuando na Barragem de Ponte Nova, com Panca (Antônio Rodrigues de Camargo Neto)  logo começou a atuar na pousada onde ganhou sua confiança e começou a assumir mais responsabilidades que as demais bolsistas. Com o término do contrato da SERT, e por ter um perfil proativo, empreendedora, comunicativa, desembaraçada foi convidada a fazer parte do time da ADAEE.  Depois da aposentadoria do Panca, passou a atuar com o Eng. Luiz Carlos Miya – Diretor das Barragens,  outro parceiro excelente que também a apoiava nas atividades e manutenção da pousada, quando possível. Tornaram-se grandes amigos e ela sentiu muito sua ausência, com o falecimento dele em 2011.

Mas voltando a pousada, juntamente com o Castelo – cozinheiro da Pousada passou a gerenciar  o local e a cuidar para que a pousada pudesse receber os hospedes de uma forma  cada vez melhor. As vezes aparece até algum cantor sertanejo ou da localidade para alegrar os hospedes Continue Reading Pousada de Ponte Nova – Lazer, comida caseira, natureza, relax, por Debora A. Rodrigues….

II Fest-Okê promovido pela ADAEE reune servidores para “soltar a voz” em festival de videoke em São Paulo.

21/11/2011 às 19:03 | Publicado em ADAEE | Deixe um comentário

No mês de outubro foi realizado pelas entidades de classe dos órgãos prestadores de serviço dos edifícios Cidade I e II, e outros, a saber: DAEE, CDHU, METRO, EMPLASA, ARSESP, CETESB, o II FEST-OKÊ, que tem como objetivo fazer o povo cantar, difundindo a música nacional e internacional através do concurso de videoke.

Este é o segundo ano que o concurso é realizado e com grande número de candidatos, este ano vinte e oito no total, tendo sido realizado três fases para se chegar a final realizada no dia 21 de outubro com 15 candidatos, dos quais 05 (cinco) representantes do DAEE: Marcos William Almeida Correa,  Caio Marcio de Paula, Nayara Lima, Elza Miranda, Adriano Paulo Pereira.

O proposito do evento e das entidades além da alegria que a música traz é a integração e motivação das pessoas é prestigiar aqueles que gostam de cantar, o que se consegue com certeza, pois mesmo nos intervalos, aqueles que não estão escalados pra cantar pegam o microfone e soltam a voz pouco ligando se estão no páreo ou não, o que importa mesmo é cantar: “quando eu soltar a voz, por favor, me entenda, que palavra por palavra eis aqui uma pessoa se entregando……..” (Gonzaguinha).

A ADAEE, e as demais entidades se cotizaram para premiar os três primeiros lugares com troféus e um pequeno prêmio em dinheiro, para animar ainda mais a rapaziada a continuar a soltar a voz, mas pelo que vimos, mesmo sem prêmio, eles vão continuar. Todos que lá estavam são otimos cantores, diriamos que alguns quase profissionais. Continue Reading II Fest-Okê promovido pela ADAEE reune servidores para “soltar a voz” em festival de videoke em São Paulo….

O DAEE e a ADAEE no período de 1952 até 2011 – na perspectiva de um Contador (até de histórias) por: Sylvio Campardo.

31/01/2011 às 17:22 | Publicado em ADAEE | 4 Comentários
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Sylvio Campardo

Nascido em 09 de novembro de 1924 – 86 anos – casado, duas filhas dentistas ambas casadas, ele atua no DAEE desde sua criação. Aposentou-se em 1985 após 44 anos de serviços, mas por obra do acaso, retornou depois de 13 anos as atividades profissionais e hoje coopera na parte contábil da nossa Associação.

Sua história: aos 16 anos, após criteriosa seleção, foi admitido na antiga R.A. E – Repartição de Águas e Esgotos (hoje Sabesp), onde começaria a atuar como Entregador de Contas de Água. Os serviços executados eram externos, na rua entregas em geral e, internos, relacionados com a emissão, controle de pagamentos, etc. das contas.

Neste período frequentou os cursos de administração (1944/1946) ministrados pelo Departamento do Serviço Público do Estado de São Paulo – D.S.P. no Governo do Interventor Dr. Fernando Costa[1].

Após isto continuou com seu aprimoramento profissional, fazendo cursos de comercio básico, de auxiliar de escritório, tendo em 1948, concluído o curso de técnico em contabilidade.

Ainda em 1946 foi nomeado Escriturário no R.A. E – Repartição de Águas e Esgotos.

Em julho de 1952, transferiu-se para o DAEE, sete meses após sua criação (dezembro de 1951) onde foi contratado como Contador por dois anos, renovado por mais dois anos. Posteriormente com a criação do quadro de servidores do DAEE foi promovido a Inspetor de Contabilidade.

Segundo ele, a criação do DAEE atendia a uma necessidade do Estado de ter um quadro de funcionários especializados com maior autonomia (descentralização) para executar grandes obras, com rapidez, básicas, necessárias ao desenvolvimento do próprio Estado.  Nasceu aí o DAEE.

Em 1953 recebeu o diploma de bacharel em Ciências Econômicas – curso realizado na Faculdade de Economia, Finanças e Administração de São Paulo.

Sobre seu trabalho na época lembra que o ofício de contador era diferente, não havia essa tecnologia. A velha imagem do contador, antigamente chamado de guarda-livros, fazendo um trabalho extremamente burocrático, em meio a uma montanha de papéis, cálculos, relatórios.

Havia vários livros que deviam ser preenchidos:

  1. Diário – datilografado mensalmente;
  2. Razão – Manuscrito mensalmente;
  3. Rascunho (chamado razonete) atualizado diariamente;
  4. Elaboração de balancetes mensais;
  5. Finalmente extração do o balanço geral anual.

Tudo isto dentro de um princípio de lançamentos de partidas dobradas.

Lembra-se que na década de 60, o Dr. Dagmar Mallet de Andrade, o primeiro Presidente da ADAEE – Associação dos Servidores do DAEE, juntamente com um grupo de servidores, incluindo Sr. Sylvio, Continue Reading O DAEE e a ADAEE no período de 1952 até 2011 – na perspectiva de um Contador (até de histórias) por: Sylvio Campardo….

A Construção da Colônia de Peruíbe, o bode mascote e outros, por: Délcio Afonso- Mestre de Obras.

10/01/2011 às 18:28 | Publicado em ADAEE | 3 Comentários
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Mascote

Delcio Afonso

 

 
Délcio Afonso tem 81 anos, é casado, tem 03 filhos e reside atualmente na cidade de Peruíbe, coincidentemente mesmo local onde nos anos 60 ajudou a construir a colônia de férias da ADAEE – Associação dos Servidores do DAEE. 

 Sua história no DAEE começou em 02/01/1958, quando foi admitido para atuar como mestre de obras. Já nos primeiros seis meses ajudou a construir a Usina Hidrelétrica de Cunha.

Como mestre de obras, ofício que aprendeu com o pai, coordenava grandes obras e equipes responsáveis por estas tarefas. Atuava na parte prática, já que os cálculos e projetos cabiam aos engenheiros e arquitetos.

Lembra também no início de sua carreira, de outra grande obra: a subestação de Tatuí, com 88.000 volts na qual também trabalhou.

Quando o Superintendente era o Dr. Dagmar Mallet, o Diretor de Eletrificação Rural era o Dr. Marcelo Bogaert que o levou para o Vale do Ribeira ajudar nas obras de “arranca toco” que na realidade era tirar as árvores dos rios.

Nesta época atuando em Pariqueraçu, ajudou também a ajudar a construir a sede de Itanhaém, próximo a Registro. Conciliava as atividades de Pariqueraçu e de Itanhaém, pois o DAEE no sentido de reduzir despesas, construiu a sede de Itanhaém com equipe da casa, coordenada por ele. Não houve contratos com empreiteiras, etc. Trabalhou muito mais disse que a equipe de pedreiros era muito boa e competente.

Em 1964, conheceu na região do Vale do Ribeira o Dr. Cicero Prado Alves, que presidia a ADAEE e estava começando os projetos para construção da colônia de Peruíbe. Como ele não queria deixar o Vale do Ribeira, onde morava com a família, tocou as duas obras: a sede de Itanhaém e a Colônia de Férias em Peruíbe.  A colônia foi  construída de 1965-1968.

Lembra-se da inauguração da colônia de Peruíbe, 1969,  com a presença do Governador Roberto Costa de Abreu Sodré, que como todo bom politico,  o cumprimentou sendo muito simpático e simples com todos. Foi um grande evento na época, um Governador inaugurar uma colônia de férias, mas Continue Reading A Construção da Colônia de Peruíbe, o bode mascote e outros, por: Délcio Afonso- Mestre de Obras….

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