Uma profissional importada de Natal/RN, aprimorando, melhorando a qualidade e eficácia dos serviços de outorga do DAEE: Engª Leila Carvalho Gomes.

15/03/2012 às 19:48 | Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário
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Leila de Carvalho Gomes, engenheira de 56 anos, no DAEE desde 1992, portanto há 20 anos, é nascida em Natal, capital do Estado do Rio Grande do Norte.

O Estado que nos trouxe esta excelente profissional é segundo o nosso amigo Google: “A capital potiguar é a capital com melhor qualidade de vida do NorteNordeste, é a vigésima cidade mais populosa do país, detendo em 2010 uma população de 810.780 habitantes, além de ser a sede da quarta maior Região Metropolitana do Nordeste brasileiro, 15ª maior do país e 369ª maior do mundo.

Nos início dos anos 80, Leila menciona que terminando o curso de engenharia civil em natal, veio para São Paulo fazer a pós-graduação em Planejamento Urbano e territorial na Escola Politécnica – USP.

Residindo em Sampa, já no segundo ano do curso, prestou concurso público e foi admitida para trabalhar na DOP – Departamento de Obras Públicas (mais um dos ganhos do DAEE com esta extinção). O ano: 1982. Foi atuar na cidade de Presidente Prudente, e atuava de terça a sexta, continuando seus estudos na USP até finalizar o curso de pós.

Ela como os demais que hoje estão atuando, trabalhou naquele órgão até 1992, quanto teve que optar por outro orgão público para continuar sua carreira, optando pelo DAEE.

Já conhecia um pouco do trabalho da Autarquia, alguns técnicos também, além de participar de algumas ações dentro da sua entidade de classe, juntamente com a Associação dos Engenheiros do DAEE.

No DAEE começou atuando com a Eng. Anicia, responsável pela área de outorga, inserida na então Divisão de Planejamento e Outorga.

O Assessor Técnico Chefe da época Dr. Arnaldo Pereira da Silva, foi um dos grandes profissionais com quem trabalhou e seu chefe. Nele se inspira até hoje, tanto pela excelencia profissional, como nos aspectos éticos, aspecto algumas vezes relegado ao segundo plano, uma pena. Mas do Dr. Arnaldo lembra-se com carinho e admiração do seu trabalho e atuação profissional.  Cita também Dr. Antoninho P. Da Silva, outro engenheiro que foi seu chefe e pelo qual nutre a mesma admiração. Excelente técnico, hoje aposentado atua como consultor, e pelo que parece irá ajudar o DAEE com um trabalho novo na área de segurança de barragens. Otima escolha da Autarquia.

Naquela época a área de outorga, quando inciou, a seção tinha 14 servidores; hoje sob sua responsabilidade, a denominada Diretoria de Outorga, tem 80, sendo 42 lotados na Capital e 38 em Araraquara.  Quanto a esta unidade: Araraquara é responsável pelo apoio aos processos de outorga de bacias como São José do Rio Preto (BTG), Birigui (BBT) e Ribeirão Preto (BPG), além de ser uma Seção que ao longo do tempo se especializou em águas subterrâneas, fazendo e apoiando as prefeituras e orgãos publicos com projetos, estudos, orientação, etc. Segundo ela um quadro de excelência técnica no Estado de São Paulo.

O crescimento e evolução da área, hoje um dos carros chefes do DAEE, ocorreu devido à importância dada pela sociedade à questão da água. Com as novas legislações, normatizações regulamentações, que visam assegurar o uso sustentável deste bem tão precioso, o papel da DPO concedendo outorgas aqueles que necessitam utilizar as águas tem aumentado.

O papel da DPO ao conceder a outorga aos seus usuários, que são indústrias, comérciantes, área rural, todos que necessitam de abastecimento público, vem ao DAEE pedir orientação para concessão de auorização, que consiste em após analise da disponibilidade hidrica, deferir ou não as solicitações.

A DPO sob sua responsabilidade tem as seguintes atividades: cadastro oficial dos rios, dos poços artesianos, dos usuários em geral, preparar atos de outorga de todo Estado de S.Paulo, cadastrar no sistema de usos e usuários, publicação em Diário Oficial das outorgas concedidas, atendimento aos usuários, elaborando relatórios gerenciais, subsidios, estudos e planos de Recursos Hidricos.

Há casos de outorgas que são indeferidos também, por motivos falta de disponibilidade hidrica, contaminação das águas, projetos incorretos de obras, entre outros.

As Diretoria publica uma média mensal de 400 processos/mês de outorgas ou dispensas.

A equipe sob sua coordenação é composta basicamente por engenheiros, geologos, geografos, tecnologos e pessoal que atua na área administrativa dando suporte em todos os campos.

São profissionais experientes, e que segundo ela bastante conscientes da importancia de seu trabalho. Fica orgulhosa ao mencionar que fica bastante satisfeita que dos 06 engenheiros concursados que entraram para sua Diretoria, nenhum saiu e que são otimos. Percebe que estes “novatos” realmente se acharam na área, gostam do que fazem e procuram fazer o melhor e aprender sempre, juntando-se aos profissionais mais experientes e com maior tempo de casa.

Leila é uma das engenheiras, que além de ser muito técnica na sua área, pois participa de muitos seminários, palestras, ministra cursos, etc, também é uma otima gestora de pessoas. Tem paciencia, é flexivel, briga pela sua equipe, valoriza quem merece e às vezes dá um puxão de orelha quando necessário para sanar algum tipo de problema. É uma Diretora muito querida pela sua equipe.

Sempre atualizada no seu campo, menciona que o DAEE hoje pelas questões de conflito pela água necessitaria além da capacitação já obtida, se preocupar em aprender como fazer a arbitragem pela água. Vislumbra que esta será uma das novas competências necessárias aos engenheiros do DAEE. Diz que é um campo novo, mas que logo espera que os técnicos da Autarquia dominem o tema.

Como toda boa nordestina, percebemos que é uma pessoa feliz, bem resolvida, risonha, sempre atuante no seu campo profissional e ficamos sabendo ainda que, tem seu companheiro há mais de 30 anos. Vivem muito bem, obrigado.

Há 05 anos menciona, finalizou sua segunda faculdade: Direito, que cursou por causa de seu trabalho, pois como atua muito junto a Câmaras Técnicas dos Conselhos Estaduais e Nacional de Recursos Hidricos, a questão do direito é primordial para capacitação dos profisisonais que atuam nesta área. Diz que no periodo que cursou a faculdade, já conciliando a profissão estabilizada de engenheira, adorou a convivencia com alunos e pessoas mais jovens. Foi um periodo rico, tranquilo de aprendizagem, e entende que por ter cursado uma faculdade da área de exatas, onde o racicionio logico é acentuado, isto serviu de base para melhorar e nortear seus estudos. Teve grande afinidade com seu grupo, do qual 60% já um pessoal mais experiente e profissionalmente já estabilizados como ela, que utilizariam o conhecimento adquirido no seu campo de trabalho. Mantém contato até hoje com os mesmos.

Realmente, mais uma vez percebemos que as nossas mulheres (e servidores em geral), vindas de outros órgãos extintos, só trouxeram, grandes melhorias, eficiência, eficácia e sucesso a nossa Autarquia.

Que sorte a do DAEE e nossa que somos mulheres, pois nos orgullhamos muito disto.

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