Uma servidora que adora cálculos atuando junto a Unidade de Taubaté: Silena Galvão Leite.

07/03/2012 às 18:23 | Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário
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Aos 60 anos, solteira, com um suave tom de voz, bastante emocionada pela oportunidade de nos relatar parte de sua vida pessoal e profissional, Silena nos recebe na Sede de Taubaté. 

Admitida em 11/07/1972, desde então atuando junto a BPB – Bacia do Paraíba e Litoral Norte, ela nos conta que ao ingressar no DAEE ainda cursava a Faculdade de Ciências Biológicas em Taubaté, embora residindo em Guaratinguetá, para onde retornava todos os dias. Foi contratada como Escrituraria para desempenhar serviços de cálculos junto a Seção de Apropriação de Custos. Faz questão de lembrar que, naquela época, não havia computadores para elaborar os serviços, tudo era feito manualmente; no entanto, sempre teve grande apreço pelos serviços de sua responsabilidade, cumpridora de suas tarefas, as quais eram condizentes com a sua formação universitária.  Somente cinco anos mais tarde, por volta de 1977, é que solicitou sua transferência para o Escritório de Guaratinguetá, de modo a facilitar a sua locomoção do trabalho para casa e vice-versa. Já nesse período passou a atuar como Secretária do Engenheiro Alfredo Augusto Santos Vieira. 

Silena explica que como é bastante flexível e se adapta a qualquer função, buscando sempre se dedicar ao máximo às tarefas que lhe são confiadas, nunca teve problemas com essa mudança de atividade, assim, na ocasião em que era sua competência efetuar as “cobranças dos polders”, a tarefa consistia no seguinte: o DAEE constituíra polders na região e os usuários que possuíam glebas se utilizavam da região de “Guara” para plantar, com isto utilizavam-se das máquinas do DAEE para o processo de irrigação e drenagem (Casas de Bombas Polder), usufruíam da energia elétrica na Casa de Bombas, e tudo isto cabia a Silena computar esses gastos, consumo para a Apropriação, de maneira a somar e ratear esses valores dentre os usuários. Em meados de 1995, mesmo com a aposentadoria do Eng. Alfredo, Silena continuou no Escritório controlando os trabalhos que ali desempenhavam mais ou menos cem funcionários, junto as Oficinas Mecânicas; todavia, esses também foram se aposentando e, logo, as atividades de Silena acabaram por deixar de existir naquele local.  

Silena se recorda do Eng. José Herivelto Castilho, ao qual teve grande admiração e identificação pela sua proximidade e disponibilidade em lhe dar atenção, sem medir esforços, quando o secretariou em Guaratinguetá; além do que, ele foi grande conhecedor dos assuntos técnicos do DAEE. 

Por volta de 2008, passou a atuar junto a Sede da Bacia – Taubaté, cabendo-lhe a responsabilidade de proceder a inventário patrimonial na Unidade, mesmo porque ainda existia Casa de Bombas nesta Unidade o que implicava na necessidade de ser efetuado o mesmo controle que fazia em “Guara”, isto é, o reatamento da utilização das bombas dentre os usuários. Foi nesse ínterim que acabou conhecendo o Eng. Marcos Brescia Leal, por quem destaca ter grande estima e consideração, o qual estava iniciando trabalhos voltados à “Cobrança de Recursos Hídricos”; nessa época, a Engenheira Marli Aparecida Reis Maciel Leite respondia pelo expediente da Bacia – BPB, e, então, Silena passou a auxiliar Marcos Brescia nos serviços de “cobrança”. Aliás, Silena comenta que, como já possuía um pronto Cadastro de Usuários de toda a região do Vale do Paraíba, fruto dos seus serviços  em Guaratinguetá, não encontrou dificuldades pela própria natureza dos serviços, que também se referiam à cobrança do uso de recursos hídricos: “Para toda água utilizada cabe ao DAEE outorgar o uso, autorizar ou não a utilização do recurso; só havendo a autorização é que se efetuava a cobrança”, esclarece melhor Silena. 

Reforçando que nunca teve problemas de adaptação ao desenvolver outras tarefas, comenta que ama a área de cálculos porque ela mesma é uma pessoa muito prática, sucinta e não gosta muito de escrever, e que, por esta razão, foi que optou pela área de exatas.  Nesse momento, abre uns parênteses, pois se recorda que, embora tenha sido admitida em 1972 e a sua primeira formação universitária tenha ocorrido em 1985, somente ao final de 1997, doze anos após a conclusão do curso é que foi designada para responder por cargo técnico no DAEE; cita, com muito carinho  a sua admiração pela Enga. Marli Reis, ex-diretora da Bacia, há quem muito agradece pelo reconhecimento da sua evolução profissional na época.   

Para concluir, Silena menciona que não pensa em aposentadoria e alega que muito lhe apraz ter responsabilidades; não gosta de comandar, mas é muito perfeccionista no que faz.

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