Com o fim do D.O.P., o DAEE ganha sua equipe de arquitetas (os), por Herle da Costa Bezerra.

17/03/2011 às 18:41 | Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário
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Em 1991, o Departamento de Obras Públicas – DOP, uma Autarquia do Estado, foi transformado na empresa CPOS. Seus servidores tiveram que escolher outro órgão público para trabalhar, e assim alguns vieram transferidos para o DAEE.

Dentre estes está a equipe que atualmente cuida dos projetos arquitetônicos do DAEE: Herle da Costa Bezerra, Antonio Amilton Caprio, Enerian David, Beatriz Barbosa B. Del Picchia (Bia) e Luis Vianna Crivelli (já aposentado).

Herle começa dizendo que atuou no DOP por 10 anos, e que de 1992 para cá, já acumulou muito mais anos de serviços ao DAEE do que no antigo órgão público onde começou sua carreira pública, pois veio da iniciativa privada. Tem hoje 19 anos de serviços prestado a esta autarquia.

Diz que quando começaram os comentários sobre a possível extinção do DOP, ela estava realizando um trabalho junto a CDHU, no qual havia também uma profissional do DAEE que viria posteriormente abrir as portas do DAEE para o grupo: a arquiteta Neide Caldas.

O DOP deixou muitos servidores órfãos. Cada um teve que procurar outro órgão para trabalhar. Os celetistas só tinham a opção de serem transferidos para outra autarquia, enquanto os estatutários tinha a possibilidade de irem também para alguma Secretaria.

Ela e os amigos já citados (além de vários outros) viram no DAEE uma possibilidade de fazer carreira, já que aqui a carreira de engenheiro já estava estabelecida e assim havia uma possibilidade de futuro.  Apesar deste lado positivo, diz que no começo tiveram dificuldade para se encaixarem. Foi um período difícil, pois conheciam poucas pessoas e estas não os conheciam.

Problemas superados e já muito bem ambientados no DAEE trabalharam a principio com Neide Caldas, a quem agradece pelo apoio e confiança.

Hoje sua equipe já consolidada, atende o DAEE em projetos de arquitetura, comunicação visual e paisagismo.

Em arquitetura fizeram projetos de prédios novos e de reformas para o Parque Nascentes do Tietê, Parques Ecológico do Tietê Eng. Goulart e Tamboré, sede de Osasco, Ribeirão Preto, Araraquara, Vila dos Remédios, CTH, Barragens, Parque da Água Branca, etc…, assim como atuaram na adequação dos espaços atuais nas unidades do DAEE.  Acompanharam também as mudanças da sede do DAEE da Rua Riachuelo para a Rua Butantã e depois para Rua Boa Vista. Foram mudanças complexas de grande impacto na vida das pessoas e da organização.

Comenta ainda que sua área faz projetos de comunicação visual para a Autarquia, pois esta atividade é muito importante para qualquer empresa no sentido de padronizar a comunicação visual do local, seja ela interna ou externa. Como exemplo Bia diz que fez um projeto de comunicação visual para Parque Ecológico do Tietê utilizando placas e folders (com setas e textos) para orientar as pessoas a utilizarem os serviços e locais do Parque.

Perguntada sobre o que levam em consideração para estudar e sugerir um layout – diz que consideram o espaço disponível, seguem sempre as instruções dos chefes imediatos, que instruem sobre as necessidades e os serviços que serão realizados naquele local e que principalmente procuram não saber os nomes das pessoas envolvidas para evitar futuras reclamações quanto a possíveis protecionismo.

Segundo as arquitetas, cabe ao profissional de arquitetura sempre estudar a melhor distribuição dos espaços, facilitando o fluxo e buscando a qualidade de vida das pessoas. Perguntada por mim, porque os arquitetos sempre se preocupam mais com a parte da beleza das suas obras, elas explicam que a profissão se ampara em três áreas: técnica, estética, humana. Hoje inclui ainda a questão de meio ambiente e sustentabilidade, pois quando fazem projetos de paisagismo, plantios, playground etc., sempre buscam preservar o meio ambiente.

Elas realmente são muito ligadas ao meio ambiente, pois a sala dos nossos arquitetos é decorada com muitas plantas, portanto é uma sala verde. As plantas foram doadas gentilmente pelo pessoal do Parque Ecológico, onde Herle atuou como diretora no período de 2002 a 2005, deixando grandes amigos lá. Diz que com sua passagem pelo Parque, teve muito crescimento pessoal e profissional. Para ela foi um período de aprendizado, amadurecimento e, sobretudo de fazer muitos amigos. Se teve algumas dificuldades para entender a máquina e o funcionamento do Parque, sempre foi auxiliada pelos servidores de lá e assim ganhou um rico aprendizado no gerenciamento de pessoas.

Ficam nossos agradecimentos a esta equipe e as nossas arquitetas, que se preocupam em deixar nossos espaços mais adequados e dentro do possível, mais belos.

Em tempo, nas fotos nosso amigo e arquiteto Amilton Caprio não aparece, pois estava realizando um trabalho externo junto ao Parque da Água Branca.

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